quarta-feira, 22 de abril de 2015

Discutindo a ética na profissão

Em um mundo onde há uma inversão de valores, onde o certo passou a ser careta e errado, e o errado passou a ser certo, fica a pergunta: Ser ético na profissão ainda tem valor?

O que é Ético?

Ético significa tudo aquilo que está relacionado com o comportamento moral do ser humano e sua postura no meio social. Ético refere-se à Ética, uma parte da filosofia que estuda os princípios morais que orientam a conduta humana. Mediante uma escolha que possa afetar terceiros, a ética funciona como um juiz que irá avaliar a escolha feita por cada pessoa. Um dilema ético surge quando há necessidade de se fazer uma escolha difícil, desagradável e que implica um princípio moral.
A forma de agir em sociedade determina o comportamento do indivíduo como ético ou antiético. Ser ético ou ter um comportamento ético refere-se a um modo exemplar de viver baseado em valores morais. É o comportamento definido socialmente como bom. Deve-se ter em conta que cada sociedade possui suas próprias regras morais resultantes da própria cultura. Um comportamento antiético resulta da falta de ética ou de uma transgressão das normas definidas em um código ético.
Para nós da Torres imóveis, a ética guia nossa rotina, conduz nossas ações, em todos os nossos relacionamentos e negócios. Nosso lema é:" Honestidade e transparência a serviço dos seus sonhos".
Quem é transparente nos seus tratos, é ético.  O lema que a maioria hoje, infelizmente segue, é: Quem leva vantagem é esperto, não importando quem se fere, para nós da Torres Imóveis, é impossível aceitar.
Por isso, mais de uma vez, deixamos de fechar um negócio, que seria lucrativo para nós, por considerarmos, duvidoso para uma das partes envolvidas.
Deixe sua opinião: O que você acha da falta de ética demonstrada em vários seguimentos hoje em dia?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

CRISE FINANCEIRA - COMO ENCARÁ-LA?


Será que a crise financeira é realmente limitadora? É hora de investir ou de colocar o pé no freio?
Meu ponto de vista é que quando se instala uma crise financeira no país, sempre proporciona angústia, sofrimento, privações e incertezas, porém, surge a oportunidade das pessoas refletirem, reverem suas prioridades e principalmente seus conceitos.
Por exemplo, há um tempo atrás, muitas pessoas investiram em ações da Petrobrás, que estava em grande crescimento. Porém, com esta crise de confiança que houve nesta empresa, as ações da Petrobrás estão com a maior baixa da história. O que você acha disso? Você compraria ações da Petrobrás hoje? A maioria diria que NUNCA , jamais investiria na Petrobrás hoje!.
Eu investiria em ações da Petrobrás hoje. Compraria ações em baixa e aguardaria passar este período trágico, pois, como todas as crises, em todos os países, ela vai passar, e a Petrobrás que é o maior patrimônio de nosso país, com certeza, se recuperará e as ações compradas hoje, me retornarão com um lucro incrível. Viu? É uma questão de ponto de vista!
O mesmo se dá com a compra de imóveis. Hoje, os preços estão mais dentro da realidade e os proprietários um pouco mais flexíveis. Portanto, comprar um imóvel hoje, com certeza lhe trará retorno futuro!

Deixe sua opinião à respeito. Ela é extremamente importante para nós!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Apartamento na planta em Jacareí, SP. Oportunidade de negócio!

 Tipo do Imóvel: APARTAMENTO    Negócio: VENDA    Categ.: [ NA PLANTA ]Imóvel Cód.: 002945
Valor(Quitado):   R$  247.000,00 
» LOCALIZAÇÃO:
Edifício:Luna
Bairro:Vila Aprazível
Cidade:Jacareí - SP                                                                                                
» OBSERVAÇÕES:
 Lindo apartamento com projeto diferenciado! São 77,87 metros muito bem distribuídos em 2 dormitórios, sendo 1 suíte, sala ampla para 2 ambientes(com opção de integrar a varanda), varanda, cozinha, área de serviço integrada, porém separada com portas e janelas de vidro.Ótima ventilação e muito clean! Água e luz individuais, gás encanado. Lazer com salão de festas, sala de Fitness. Aproveite esta oportunidade, ainda na planta. Certeza de retorno do investimento! O valor pode variar de acordo com o andar escolhido. Entrada facilitada e aceita financiamento e FGTS.
Consulte-nos sobre a disponibilidade do imóvel e as informações do imóvel anunciado. Valores sujeitos a alteração.

Veja mais detalhes em nosso site www.torresimoveissjc.com.br
Conheça a construtora: http://mondecconstrutora.com.br/a-mondec/











sexta-feira, 20 de março de 2015

A MELHOR HORA PARA COMPRAR UM IMÓVEL É AGORA!

AGORA É A HORA DE COMPRAR IMÓVEL


A revista Exame entrevistou um especialista renomado no mercado imobiliário mundial. Veja os principais pontos da entrevista:Aos 73 anos, o investidor americano Sam Zell, maior especialista mundial em comprar e vender imóveis, passa mais de 200 dias por ano longe de seu escritório em Chicago. Recentemente, esteve em paí­ses que passam longe do radar de alguns dos principais investidores do mundo, como Líbia e Mongólia.Agora sua maior aposta é a empresa de armazenagem Guarde Aqui, que atua num mercado ainda pouco relevante no país.

Enquanto os grandes fundos olham o Brasil com desconfiança, ele diz que essa é a hora certa de novos investimentos por aqui. “O Brasil de fato está passando por um período difícil. Mas eu acredito que as forças do país vão, afinal, prevalecer. O presidente Lula foi bem-sucedido porque combinou ações sociais com prudência econômica. A administração atual esqueceu a prudência.

 Isso fica claro com as políticas de nacionalização, como no setor de petróleo.Em vez de usar tecnologias conhecidas em todo o mundo, o país preferiu construir as próprias. Isso é imprudente de qualquer perspectiva. Com a escolha do novo ministro da Fazenda, há chance de uma volta à racionalidade.”Segundo ele há otimismo para os próximos anos para o Brasil. “Sim. Vocês têm escala. São 200 milhões de pessoas. Isso cria oportunidades. 

Esta é uma sociedade muito “aspiracional”. Nossa motivação original para investir aqui era a crença de que o movimento das classes mais baixas para a classe média e para a classe alta seria muito positivo para o Brasil.E para ele não se compara o atual momento do mercado imobiliário brasileiro e a bolha que estourou nos EUA. “É diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, onde tudo parou. Os bancos pararam. No Brasil, os bancos estão bem. E não acho que vocês tenham os instrumentos financeiros tóxicos que contribuíram para os problemas nos Estados Unidos.E aposta em países em desenvolvimento como o Brasil. “Como um investidor, o que faço é tentar determinar onde a demanda está e ver como eu conseguirei suprir essa demanda. Se a população estiver encolhendo, a demanda também estará. Então, eu prefiro investir no Brasil ou na Índia, onde a população e a demanda vão crescer.”

quarta-feira, 4 de março de 2015

Momentos de crise no decorrer da história e as grandes soluções que estes momentos fizeram surgir

CRISE EM 1929:
A Crise de 1929, também conhecida como Grande Depressão deve ser entendida no contexto da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), que se mostrou especialmente trágica às nações europeias. Mesmo nos países vitoriosos, como Inglaterra e França, as consequências do conflito foram calamitosas, notadamente em relação às estruturas econômicas. Indústrias paralisadas, campos queimados, estradas destruídas foram apenas alguns dos inúmeros problemas enfrentados por estes mercados, fragilizando acentuadamente sua capacidade produtiva.
No Brasil, país de economia essencialmente agroexportadora, os desdobramentos da crise afetaram profundamente as exportações de gêneros primários. As vendas do café, nosso principal produto à época, atingiram os piores índices após décadas, fato cujas consequências interferiram negativamente no funcionamento da Política do Café-com-Leite - divisão do poder entre o Partido Republicano Paulista e o Partido Republicano Mineiro, produtores de café e leite respectivamente. Foi justamente nesse momento de abalo das estruturas político-econômicas brasileiras que Getúlio Vargas liderou a Revolução de 30 e assumiu a presidência do país, destituindo o paulista Washington Luís do cargo. Fonte: http://educacao.globo.com/historia/assunto/mundo-em-tempos-de-guerra/crise-de-1929.html
Efeitos no Brasil 
A crise de 1929 afetou também o Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época. Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a economia brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a investir no setor industrial, alavancando a indústria brasileira. Fonte: http://www.suapesquisa.com/pesquisa/crise_1929.htm 
CRISE EM 1973:
Milagre Econômico Brasileiro
O que foi, resumo, aspectos positivos e negativos, o fim do milagre, economia na Ditatura Militar (governo Médici) "Milagre econômico" gerou campanhas publicitárias governamentais ufanistas. O que foi o período da História do Brasil entre os anos de 1969 e 1973 foi marcado por forte crescimento da economia. Nesta época o Brasil era uma Ditadura Militar, governado pelo general Médici. O termo “milagre” está relacionado com este rápido e excepcional crescimento econômico pelo qual passou o Brasil neste período. Este crescimento foi alavancado pelo PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo) implantado em 1964, durante o governo de Castelo Branco.
 Principais características deste período:
 Aspectos positivos:
 - Crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) entre 7% e 13% ao ano;
 - Melhorais significativas na infraestrutura do país;
- Aumento do nível de emprego proporcionado, principalmente, pelos investimentos nos setores de infraestrutura e indústria.
- Significativo desenvolvimento industrial, alavancado pelos investimentos nos setores de siderurgia, geração de eletricidade e indústria petroquímica. O setor foi puxado, principalmente, pelo crescimento e fortalecimento das empresas estatais.
Aspectos negativos:
 - Inflação elevada. No período, a inflação ficou entre 15% e 20% ao ano.
 - Aumento da dívida externa. O desenvolvimento econômico foi bancado, principalmente, com empréstimos no exterior. Esta dívida prejudicou o desenvolvimento do Brasil nos anos futuros, pois criou uma dependência com relação aos credores e ao FMI (Fundo Monetário Internacional), além de comprometer uma significativa fatia do orçamento para pagamento de juros da dívida.
 - Embora a economia tenha crescido consideravelmente, não houve distribuição de renda e, portanto, aumentou ainda mais as desigualdades sociais no país com o aumento da concentração de renda nas mãos dos mais ricos.
 O fim do milagre
O crescimento econômico brasileiro começou a diminuir a partir de 1974 com uma crise mundial provocada pelo “choque do petróleo”. O elevado aumento do petróleo no mercado mundial afetou diretamente a economia brasileira. Os combustíveis derivados do petróleo aumentaram muito, elevando ainda mais a inflação.
A balança comercial brasileira ficou com déficit elevado em função da importação de petróleo a preços exorbitantes.
Os investimentos externos e internos diminuíram significativamente, prejudicando o avanço da economia nos níveis anteriores. Entre os anos de 1974 e 1979, o PIB brasileiro passou a crescer na média de 6,5%, diminuindo a geração de empregos e a massa salarial. Este fato fez com que houvesse uma significativa diminuição do consumo interno, prejudicando as empresas nacionais voltadas para o mercado nacional.
Você sabia?
- O governo usou a euforia popular provocada pelo "milagre econômico" para lançar slogans do tipo "Ninguém mais segura este país".
O que surgiu com a crise do Petróleo?
O uso da cana de açúcar para fabricar o álcool. 
CRISE EM 1982:
Desindustrialização e juros altos tornaram país vulnerável. Para evitar desastre, será preciso mudar política econômica, no sentido oposto ao desejado pelos conservadores

Ponto de Vista do Retrato do Brasil, parceiro editorial de Outras Palavras

Muita gente considera um problema ter qualquer tipo de dívida. Mas não é difícil entender por que é razoável uma empresa obter um empréstimo para investir em máquinas, equipamentos e instalações com o objetivo de produzir mais e de forma mais rentável. A empresa coloca o pagamento parcelado do empréstimo em seu orçamento e passa a pagá-lo anual ou mensalmente, como faz com a folha de salários, o pagamento de fornecedores e o consumo de eletricidade, por exemplo.

Se o investimento resulta em crescimento de receitas suficiente para pagar o aumento das despesas gerado pela dívida, tanto do principal tomado de empréstimo como dos juros cobrados pelo emprestador, e ainda gera para a empresa mais lucros do que os obtidos antes, o negócio foi bom, é claro. O problema é quando esse esquema não funciona, ou porque a dívida foi contraída a juros muito altos ou porque o plano de investimentos foi ruim e a empresa passa a necessitar sistematicamente de mais empréstimos de terceiros para pagar as contas correntes.
Com as contas externas dos países acontece algo parecido: é razoável usar a poupança externa, seja de empresas estrangeiras, seja de organismos internacionais, desde que a juros razoáveis e para bons projetos de investimento. O grande problema sempre é os empréstimos passarem a ser um mecanismo de jogar para a frente dívidas velhas de projetos malsucedidos, que, afinal, levam a empresa à falência.
Os países também podem quebrar. As relações econômico-financeiras entre nações são registradas no “balanço de pagamentos”, uma forma de contabilização instituída pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), organização criada no pós-Segunda Guerra Mundial. O balanço é formado por duas contas básicas, ambas contabilizando entradas e saídas:
uma, de prazo mais longo, é a conta de capitais. Ela registra empréstimos tomados de financiadores para investimento ou investimentos feitos diretamente por empresas ou aplicadores;
a outra é a do dia a dia, a conta das transações correntes, na qual são registradas as compras e vendas de mercadorias e serviços, inclusive os chamados serviços do capital, em que se incluem os compromissos decorrentes de empréstimos ou investimentos, como juros, lucros, dividendos, royalties e aluguéis de equipamentos.
O resultado das transações correntes de países pouco desenvolvidos, como o Brasil, é sistematicamente negativo na parte referente às rendas do capital e de serviços e positivo em relação à compra e venda de mercadorias. De um modo geral, países como o nosso são exportadores de bens primários e têm um saldo na conta de compra e venda de mercadorias, que é usado para cobrir o déficit na conta referente às rendas do capital. Se esse saldo não cobre tal déficit – se há, portanto, déficit em transações correntes –, então, como se diz, para “fechar o balanço de pagamentos”, é preciso que venham de fora ou novos empréstimos ou investimentos. Nos últimos 67 anos foi isso o que, de modo geral, aconteceu com o Brasil.
Historicamente, um déficit em transações correntes num valor equivalente a 3% do PIB é sinal de descontrole na capacidade do país de gerar riqueza para honrar compromissos com bancos, empresas e governos estrangeiros. Em dois momentos, relativamente recentes, em 1982 e em 1998, quando o déficit das transações correntes do Brasil passou muito dos 3% aceitáveis, o País não conseguiu obter o capital externo necessário para cobrir o prejuízo nem tinha poupança – na forma de reservas em divisas externas – para pagar suas contas com o estrangeiro. Recorreu então ao FMI, que exerce o papel de UTI dos países em dificuldades, os quais, em troca dessa assistência, são obrigados a engolir amargos programas de ajuste de suas economias.
O gráfico abaixo expressa, ano a ano, no período de 1947 a 2014, o saldo brasileiro
em transações correntes como percentagem do PIB. Mostra que, embora as transações correntes brasileiras sejam basicamente negativas ao longo de todo o período, as duas crises citadas são visivelmente destacadas. E revela ainda mais: que o déficit em transações correntes vem crescendo ano a ano e parece apontar para uma nova crise. Em 2013, foi de 3,65% do PIB; em abril deste ano, atingiu 4,7%.
Passamos pela crise da dívida externa (1982), por exemplo, com a moratória
formal em 1987.
CRISE EM 1997:
Situação geral
O processo de transição para uma economia de mercado livre começou a seguir à queda do regime comunista, em 1989. Esse processo começou na Bulgária em condições particularmente desfavoráveis, devido ao planeamento económico extremamente deficiente das décadas anteriores e ao legado de um sector industrial vasto e ineficaz, assim como a uma negligência sistemática do sector agrícola. Ao mesmo tempo, o processo de reformas económicas nos outros PECO teve também efeitos negativos para a economia búlgara, devido à estreita integração que possuía no âmbito do COMECON. No fim de 1997 a descida cumulativa do PIB atingiu os 30%, relativamente a 1990. A incapacidade de harmonizar as reformas e planos de estabilização económica com o progresso adequado das reformas estruturais estão na origem dessa crise longa e persistente. A situação agravou-se em finais de 1996 e no começo de 1997 com o colapso de Todo a sistema bancário, a desvalorização gigantesca da moeda, a inflação galopante e com os protestos públicos maciços contra o agravamento da evolução económica. O PIB diminuiu 11% em 1996 e 6,9% em 1997. As repercussões políticas da crise provocou a queda do governo do Partido Socialista Búlgaro, dois anos apenas depois de ter entrado em funções. Como resultado das eleições parlamentares adiantadas, formou-se um novo governo de centro-direita, mediante uma coligação de partidos sob a liderança do UDF, que entrou em funções em Maio de 1997.

Desta forma a gravidade da crise acentuou a urgência de reformas profundas, o novo governo adoptou um programa económico radical, assistido pelo FMI e pelo BM. O programa funcionou em torno do estabelecimento de um acordo monetário, do reforço da disciplina financeira orçamental e de uma série de compromissos sobre a liberalização e a privatização económica das empresas de propriedade estatal. O programa teve início em Julho de 1997.
Após um ano de funcionamento do acordo monetário e da aplicação do novo programa económico a economia búlgara parecia estável. O BGL estabilizou-se e as reservas de divisas estrangeiras aumentaram. Os cálculos da inflação para 1998 são de 11%, as taxa de juro permaneceram estáveis, entre 5,3 e 5,5% durante o primeiro semestre de 1998 e o saldo orçamental tornou-se positivo a partir de Fevereiro de 1998.
No entanto, apesar dos resultados positivos de diversos indicadores económicos, a recuperação conjuntural foi fraca e a confiança não se restabeleceu inteiramente. Persistem as apreensões relativamente ao setor industrial, que estava ainda em depressão no primeiro semestre de 1998. O nível de privatização (27% dos ativos do Estado, no fim de 1997) é considerado baixo e há sérias dúvidas de que o objetivo de privatizar 50% dos ativos totais do Estado seja atingido em 1998.
Resultado positivo: Fortalecimento da agropecuária.
CRISE EM 2008:
O último trimestre de 2008 marcou o agravamento da crise financeira originada no mercado de hipotecas de alto risco (subprime) dos EUA. Seu caráter passou a ser global, afetando virtualmente todas as classes de ativos financeiros e comprometendo sensivelmente o desempenho do comércio internacional e das economias avançadas e emergentes. Embora o ano de 2009 tenha sido marcado pela pior contração da economia mundial do pós-guerra, parece haver uma ampla convergência de percepções de que os megapacotes de socorro financeiros e as medidas fiscais contra cíclicas evitaram a reprodução de uma quadro depressivo à la 1929 (EICHENGREEN, 2009). Aos poucos uma parcela importante da economia mundial, especialmente entre os países emergentes, vai retomando os níveis de atividade pré-crise. Todavia, passados dois anos daquele momento de maior gravidade, os analistas se dividem entre os sugerem que o pior já passou e os que vislumbram um cenário de maior instabilidade nos mercados financeiros e de recuperação mais lenta no tecido produtivo dos países mais gravemente atingidos pela crise. O agravamento da situação fiscal na Europa parece reforçar a percepção da importância de se ter cautela diante de diagnósticos mais otimistas quanto aos desdobramentos da conjuntura recente (IMF, 2010; IIF, 2010).
O Brasil, devido ao sistema financeiro estabilizado, não foi muito afetado com a crise de 2008, conseguimos sair deste período sem maiores danos.
Em resumo, sempre houve crises em várias épocas de nossa história, porém, sempre encontramos meios de driblar a crise e sair vitoriosos. Portanto vamos aproveitar este momento de crise para fazer o investimento mais seguro e lucrativo: Imóveis. Em nosso site você encontrará inúmeras oportunidades de investimento seguro e rentável, confira! www.torresimoveissjc.com.br